Blogando a vida de Au Pair

E a vida continua uma caixinha de surpresas.

Tenho tantas coisas pra falar de Vegas, que eu nem sei por onde eu começo, talvez se eu começar pelo começo já é um começo.
Desembarquei no aeroporto de Vegas e pensei ter entrado na barca do inferno, no aeroporto já se tem uma prévia do que nos espera do lado de fora. Logo se vê que  os moradores e frequentadores de Vegas não são nada bonitas, com exceção de mim, é claro, que embarquei nessa barca.

Uhu, vamos sair do aeroporto porque eu quero conhecer essa cidade, vamos lá, Joyce, abra a porta.....Fecha, fecha, fecha rápido, que os seus olhos não estão preparados pra tamanha feiura, ah, Joyce, não se esqueça de se enrolar no papel alumínio, a temperatura lá fora passa dos 45 graus, e o assado só fica bom se enrolado no alumínio. O forno, digo, Vegas estava regulada para assado em 180 graus.
Cheguei a noite, a temperatura estava amigavelmente a 47 graus, decidi sair de vez do aeroporto e pegar Shuttle.
Alguém pode me dizer porque eu decidi sair do aeroporto?
Paguei USD 8 no transporte, claro, me disseram que era barato, mas não me disseram o motivo. Entro no shuttle e um cara esquisito senta do meu lado e eu já tratei logo de ficar bem esperta, vai que ele quer roubar as minhas calcinhas.
Não esquecendo de contar a situação da Deza na hora de pegar o shuttle, a motorista que ela pegou mais cedo tinha mal de Parkinson.
Vamos esquecer por um momento essa situação e vamos nos lembrar o planejamento do aniversário da Deza, e que aniversário, hein.
Ficamos entre Las Vegas e Los Angeles, e uma alma disse: "Aniversário tem que ser em Vegas", partindo desse ponto demos razão e lá vão as quatro. Ah, a vida estava tão boa antes dessa decisão.


Voltemos ao assunto...
O nosso hotel cinco estrelas menos quinze ficava na Las Vegas Blvd, lugar em que as coisas acontecem, só esqueceram de nos alertar sobre o que acontece nessa rua que é a principal e única.
Motorista indo, pessoas desembarcando, eu ficando e me perguntando "o que está acontecendo?", foi quando finalmente ele chegou no hotel Howard Johnson, desci, e o que eu tinha perguntado antes mudou para " quequeu tô fazendo aqui?".
Antes disso, quando eu ainda estava no carro liguei para a aniversariante me esperar do lado de fora, eu estava com duas malas ( dali eu voltava para a california) e um bike rack enorme nas costas e precisaria de ajuda. A candanga não aguentou ficar cinco minutos do lado de fora, a situação de Las Vegas realmente é insuportável, o ventinho fresco no furico se transformava em rajadas violentas de ar quente.
Fiquei esperando do lado de fora (gostei de ganhar um bronze a noite só com o vento quente), e já comecei a ver gente estranha, foi quando eu me caguei toda vendo um sujeito que estava no outro lado da avenida e passou para lado sentando próximo a mim. Disseram que o hotel ficava na Blvd, mas não falaram que ficava no final que era bocada de gente feia e quengas desdentadas. Ah, C'mon, quem vai querer olhar para os dentes dela?Quem procura está interessado somente na outra boca...a que tem cabelo.
Enfim, a frente do hotel era bacana, Deza finalmente chegou e eu pude entrar no hotel, finalmente Lar doce...Deza, o que é esse zumbi na recepção?
Resolvi não olhar muito, e fomos para os acessos dos quartos. Nossa, que legal, estacionamento na porta do nosso quarto, abre essa porta que eu quero tirar a sujeira do couro. Oi? Onde estão as camas para quatro pessoas? Perguntei eu.
Pois, é Joyce, a cama é isso aí, quero ver como a gente vai se virar com duas camas pra quatro. Respondeu Deza.
Cadê o frigobar? Que nada, o pessoal é tão sem noção que ao invés disso colocaram máquina de fazer café.
Acho que aquele quarto estava reservado para um grupo de sadomasoquismo. Café, minha senhora? Nem se for gelado.

Vamos agora ter uma noção da dimensão do quarto:



Essa é a Deza (http://dezamendes.blogspot.com/), ela está sorrindo mas não por felicidade, é que quando ela foi falar "Xiii, fudeu" o vento quente bateu na cara e paralisou ela por algumas horas.









Ah, mas estamos em Vegas, quem precisa dormir? Os manés, assim como eu, pensam desse jeito.
Deza já estava pensando que eu era chocolate (culpa do calor).
"Ei, bora lá"sair e comer alguma coisa, estou com fome, meu. Devido ao calor não fica ninguém na rua, exceto duas pessoas sem noção famintas.
Tá, né! Vamos andando. Cada passo que a gente dava era uma tortura, de um lado gente maluca, do outro gente doida e mais a frente meia dúzia de pessoas suspeitas, depois de muito suar frio (sim, suar frio no quente) achamos o Stratosphere "hotel, cassino, balada, restaurante" é nesse hotel que tem aquela montanha russa que deixa a pessoa pendurada pra fora do hotel. Pensei na em todo povo feio que tinha visto antes, e juro que poderia vê-los sendo chacoalhados lá de cima, engraçado, quando a pessoa é feia acontecem coisas que deixam mais feias ainda.
Estávamos nós lendo o menu do restaurante, quando eu sinto alguém pendurado no meu cangote, era um  negão que tinha saido do Pub ao lado e veio na nossa direção.
Chega ele, e solta "Can I have a hi five?" ( Toquinho de mão. what? O.o). Sim, claro, chega mais perto que eu vou te dar um hi five bem no pé da sua "zoreia", Zé orelha.
A Deza já olhou pra ele com uma cara de "estou com fome, se você me torrar o saco mando fritar o seu saco pra servir como tiragosto".
O cara viu que a gente não queria assunto e foi embora, mas antes disso perguntou de que país erámos.
Lá o povo sabe como ninguém como se puxar assunto com uma mulher.
Rodamos e contra os nossos princípios entramos do Mc Donalds.
Logo após encher o pandú decidimos rumar de volta para o Lar doce pulgueiro que era o nosso hotel. Passamos pelo meio do cassino e lá estava o cara correndo atrás da gente gritando "Brazil, Brazil".
Nem preciso dizer que a gente chegou no hotel rapidinho, de tanto que corremos.
Caimos na cama, dormimos e a Deza me disse que eu ronquei. Mentira dela, eu nem ouvi nada.

O pessoal chama a área de Vegas strip. Strip? Deve ser por isso mesmo, a cada esquina que passavámos se via "Hot babes, topless 24 horas". Rameira? Tem de monte, mas não ultrapassa o número de mexicanos que tem nesse lugar. Já não estou gostando de ver mexicanos na minha frente.

Raiou o sol ( Deborah Blando?). Ah, nada como acordar e sentir a brisa da manhã....agora acorda e abre a porta do forno, cai dentro.
Decidimos naquele dia alugar o carro. Mari e Camis chegariam nesse dia também.
Eu saí sem tomar café e passei mal na rua, tudo isso por causa da Deza que enrolou pra caramba, fiquei sem breakfast, nesse dia a temperatura estava menos amigável.
Andamos muito, porque uma tilápia aproplégica que se dizia recepcionista disse que só alugava carro no Hotel Sahara ( agora eu sei porque se chama Sahara).
Andamos, só dava a gente esquisita pela rua. A gente estava na rua não por sermos esquisitas, somos sem noção.
Okay, vamos comer primeiro, se eu der mais um passo, desmaio, e não estou a fim de uma cremação instantânea ao cair no chão.
Chegamos ao bendito hotel e vimos o preço. "Right, but I'm wanna rent a car. I don't wanna buy a car". Eu deveria perguntar se eles alugavam camelos...
Preciso falar que o aluguel era caro? Hello, moça, eu sou aupair e não garota de programa. Eu não ganho três mil dólares por hora. Sim, sim, sim, uma garota de programa em Vegas custa três mil dólares a hora.
O que elas têm/fazem de tão especial? Será que elas têm um caça níquel acoplado no "forévis"? Piriquita de ouro, ou será que tem ar condicionado?
Voltam as duas candangas no sol porque a Mari chegou e está esperando para entrar no quarto.
Chegamos e tivemos que voltar para o aeroporto, tentar um carro e pegar a Camis.
Encontramos a Camila babando em uma máquina de jogo no aeroporto, cada máquina que passava ela queria jogar.
Pegamos um táxi para ir em um restaurante brasileiro, o motorista era um cara super americano chamado Mohamed, que conhecia Las Vegas como a palma da mão da vizinha dele que mora no Afeganistão.
Pedimos ao tal cidadão nos levar até a Blvd número tal, e ele nos levou para um lugar totalmente diferente. Ele errou o caminho duas vezes, eu  me irritei e tive que falar número por número do lugar "Ok, please go to four zero five one", mesmo assim o cara errou e levou para o número maior que tinha, eu acho que ele fez multiplicação ali.
A corrida saiu mais cara do que deveria e ainda foi cobrado tip, a licença do táxi vencida, que legal.

Motorista de taxi? Pra quê, boba? O bom mesmo é andar pela Las Vegas blvd, apreciando a vista, sentindo o frescor do vento quente. O vento é tão quente que ninguém fica molhado de suor, a secagem é instantânea.
Andamos muito pela rua, jantamos em um tal SushiSamba, mal deu pra matar a fome, e ainda arrumaram uma mesa bem longe pra gente, só porque a gente estava com cara de mortas de fome, feias, com mala da Camis. Chegamos no pulgueiro e dormimos, dessa vez ninguém me ouviu roncar.
No dia seguinte acordamos mais cedo e tomamos café, fomos procurar outlet e torramos mais um pouco no sol.
Claro que, pegamos um táxi, desta vez, o cara era surtado e sabia o caminho.
Conseguimos chegar ao Madame Tussauds ( museu de cera) antes das celebridades derreterem, a gente estava feia, suja, cansada, descabelada e tiramos fotos.
Em uma das andanças a gente esbarrou em um cara bonito ( estávamos tão loucas, que não duvido nada se ele era miragem), mas muito franguinho, o sujeito de terno e gravata parou a gente tirou o blackberry do bolso e disse que ia ter uma balada e que a gente estava muito convidada pra ir e colocou nosso nome na lista, e disse que para entrar o código era Danger! Mal sabia  que em Danger ele que estava, se ele ficasse um pouquinho mais a Camila ia devorá-lo inteirinho, visto o estado de fogo interno que aquela dali estava. Um pouco mais tarde passamos em frente ao lugar e só tinha mulher, e meia dúzia de homem. Sai fora, é ruim que eu entro nesse buraco, ninguém foi.

Sábado a noite voltamos ao Stratosphere, fomos no alto da torre, e notei que quanto mais alto se vai mais gente feia encontra.

Vegas também é muito conhecida pelas capelas de cagamento casamento, em cada esquina tem uma capela e casamento é realizado a todo momento. A única explicação que eu vejo para tantos é o sol, claro, o sujeito fica o dia inteiro com cabeça no sol e começa a fazer bobagens, uma delas, sem tamanho é o casamento, logo depois vem a lua de melda no topless 24 horas.

Filosofia barata: O amor não é fogo que arde sem se ver, o nome disso é Las Vegas, o amor é outra coisa.

Fui embora de Vegas domingo de manhã, saí de lá muito pesada, atmosfera esquisita e voltei para San Francisco.

Nos divertimos mais pelas situações que passamos do que por Vegas, falamos mal de todo mundo, nadamos na piscina de roupa, nos ferramos com taxista, queimei a sola do pé andando de chinelo.
Um dia antes de chegar eu estava brown skin, dois dias depois eu já tinha passado do estágio de neguinha meia-noite, estava cromada, nem a palma da mão estava branca. Tirei uma foto com Steve Wonder no museu de cera e nenhum dos dois apareceu na foto.
Eu fiquei muito feia em Vegas, não dá pra ficar bonito naquele lugar, o sol castiga muito.

Já ouviu dizer por aí que o inferno é quente? Esquece tudo que te falaram sobre isso. O inferno é fresco, quente é Las Vegas.
Teve até gente que ficou afetado da moleira, e prometeu nunca mais reclamar dos 35 graus de Recife, não é mesmo, Deza?

Cheguei em San Francisco... Guess What? ( adivinha?) A sessão de micos começou novamente.
Um mês e meio sem nenhum mico, a cidade sentiu tanto a minha falta que resolveu tirar o atraso e recomeçar com chave de ouro.
Saí com a Nayra, as duas de vestido... que lindo, vestido com a cidade nos 15 graus.
Vamos nós andando pela Market Avenue, sábado, lotado de gente, quando a bonita da Joyce tropeça e leva um tombaço, claro que, eu sou uma pessoa de classe e cai com dignidade real... com a bunda pra cima e o vestido levantado, todo mundo vendo o calçolão ( sim, com uma daquelas calcinhas enormes que eu comprei), pra melhorar um pouco mais a situação, cai em frente a uma lanchonete, cheio de homem vendo jogo.
Pra não chorar eu sentei e comecei a rir, todo mundo viu o tombo e foi saber se eu estava bem. Me piquei dali rapidinho.

Pois bem, aberta a temporada de micos, parte II.

Alguns vídeos da minha insana vida de au pair postei no meu canal youtube, vou postar algumas de Vegas também.
http://www.youtube.com/joycegalindo












Os dias com os furacões foram divertidos, eu quase nem trabalhei. Acho que o lance de se preocupar somente com a pequena funcionou.
Domingo eu fui à igreja com MF e a mãe das outras crianças ficou com uma cara de " Tá, e eu fico com as crianças aqui? " Claro, boneca. Quem pariu Matheus, que balance.
Pra imendar a cara que ela fez eu ainda falei " Yes, I'm going to church because I need God protection these days" Só que desta vez a não deu certo eu tentar tirar com a cara da folgada, a MF é mais rápida no gatilho, eu mal terminei a frase e ela já imendou em cima " Yes, Fiona. Joyce need God because she's going to Las Vegas"
Fiquei com cara de bunda mal lavada por não ter a minha "tirada"concluída.

Vi os fogos de july 4th, me chamaram pra olhar esperando que eu fosse ficar maravilhada, uma das pessoas que estava conosco me perguntou o que eu achei e eu disse que eu estava me sentindo em Copacabana, meeeeeentira pura e deslavada, não tem nada de maravilhoso nos fogos de july 4th. Êta, povinho interiorano que nunca foi para o Brasil.
Nesse mesmo dia, me disseram que teríamos um jantar especial da data. Certo, eu morta de fome pra comer, e o jantar nunca ficava pronto, ficou pronto. Vai eu de novo, toda seca pra comer, olho na mesa e SALADA.
Jantar especial, essa deve ser a entrada. Comi pouca salada, claro, deixando espaço no bucho para o Special Dinner.
Depois chegaram com um filé de frango e pimentão assado. Ainda esperando o jantar especial quando eu vi o povo todo se levantando pra ver TV.
Oi?Estou esperando.. Ei? Sobremesa, quem sabe torne o jantar especial. Nem sobremesa, esse foi o jantar especial.
Porra, mano! Povo esquisito, chama a patota pra jantar em casa e serve salada. Pô, salada eu como em casa, e com sal.
Estou há três meses comendo grama, sim, grama, porque salada sem sal, azeite e limão é capim.

Estou sofrendo pressão e quando estou sob pressão fico muito estressada.
----------------------------------Break explicação ( bate-bola entre Deza, Camila e eu)--------------------

7/12/2010 9:36:21 PM Camila Amaral: joy... vc tem que atualizar seu brog
7/12/2010 9:36:42 PM Joyce:  tomar no rabicó, minha schedule sou eu quem monto

7/12/2010 9:36:58 PM Joyce : nao tenho novidades pra contar todos os dias, pô

7/12/2010 9:37:06 PM Joyce : nao é diário, é BROG

7/12/2010 9:37:12 PM Andreza.: kkkkkkkkkkkkkkk

7/12/2010 9:37:53 PM Camila Amaral : to vendo de novo the ugly truth.... adoroo o Gerard... sera que arrumo um americano no stilo dele?

7/12/2010 9:38:20 PM Joyce: se vc arrumar um no estilo dele pergunta se ele tem irmão.

7/12/2010 9:38:21 PM Camila Amaral: vai se fude joy..

7/12/2010 9:38:24 PM Camila Amaral: eu queor sar risada

7/12/2010 9:38:36 PM Joyce: tira a roupa e se olha no espelho, pô.

7/12/2010 9:38:38 PM Camila Amaral : Joy... se sabia que a Dezza vai ter um date?

7/12/2010 9:38:55 PM Joyce : Deza, vc não me contou? Quenga do agreste
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Logo depois recebo mensagem da minha prima: "Quando você vai atualizar o BROG?" hahaha
E por falar em date, ontem (14/07), Camis teve um date, com um cara lindo, tipicamente americano e já lascou um beijaço no cara. Estou tão orgulhosa de você, Camila ( hahaha).


Durante toda a minha estadia aqui em Lake Tahoe, eu tenho ido para piscina com a pequena.
Eu detesto piscina, e eu fico tão puta da vida quando o pai dela diz "Ok, girls, time to fun". Time to fun pra ele que vai ficar longe do furacão por algumas horas, enquanto eu vou tomando caldo de cada pulo que ela dá, sem falar nas condições que a minha pele de deusa do Ébano fica depois, saio da piscina parecendo uma uva passa e depois que seca aparenta algo como um jabuti.
Evito comentar o estado em que o meu cabelo fica após o banho de cloro que limpa até o útero. Uma mistura de James Brown com ninho de mafagafos desmafagafados.
Essa semana
Um dia desses na piscina, na hora do banho do furacão, ela passou shampoo nos cabelos fez uma moçoroca, puxava pra cima, para o lado e perguntou "Hey Joyce, My hair looks like yours?" ... Maybe, if you born black in the next time.. "Why?" ...Never mind.

O pessoal nos USA parece que nunca viu um cabelo igual ao meu, hoje eu estava no clube e uma loira (aguada natural) veio e me disse ' Your hair is really cute", tá, ela disse isso depois do meu cabelo ter levado milhares de golpes do vento, estava daquele tamanho que atrapalharia qualquer um em uma sala de cinema. Não vou contestar, se ela achou bonito, a sorte é dela.

Semana última em Lake Tahoe e eu fiquei triste no meu último dia aqui. MF me levou pra comer comida Tailandesa ( detalhe, que foi eu quem escolheu isso), acho que eu tinha me esquecido das minhas não tão boas experiências com os pratos exóticos anteriores ( suvaco de indiano, entre outras), pedi um tal de frango com alguma coisa e chegou a porção que dava pra três de mim. Comi, mas o trem não descia macio e no dia seguinte fiz estrago, o moreno desceu ardendo e não foi nada macio.
Me deu um cartãozinho muito fofo dizendo que adorou me conhecer e com um PS.: USA 2014, ok, eu perdoei.
No dia seguinte nem preciso dizer que eu chorei quando fui me despedir da pequena, ela me dava trabalho, puxava meu cabelo mas eu gostava dela.

Enfim, agora estou em Vegas.
Post pequeno para mais novidades depois, o dia ontem de Vegas começou hilário.

Aguarde...

About me (por Tom)

Joyce Galindo é uma semi-balzaquiana ( não existe SEMI neste caso), melhor dizer que sou uma velha de e tenho 28 anos, carioca com sotaque paulista( meu). Exigente por defeito genético, tentou passar na fila da exigência mas vezes, como não deixaram, ela foi buscar os seus direitos no atendimento ao consumidor. Chata pra cacete e detesta quando as pessoas usam o "Mim" antes do verbo, tendo até mesmo coragem de corrigir quem quer que seja em qualquer situação ( não é bem assim), deixo de lado os comentários que ela faz quando alguém "está tendo que usar o gerúndio". Já fez campanhas na empresa para o " Bom uso e emprego da palavra Literalmente", literalmente falando é díficil de aguentar (ops, empreguei a palavra errada, foi?).

É Formada em Marketing, decidiu ser aupair. O motivo? Segundo o que ela diz " Experiência Internacional, além de ser um MEGA up na carreira, é chique" - Mentira dela, na verdade ela sabe que os "mano pira nas mina poliglota"

E para muitos e principalmente para mim os motivos são:

" Essa daí? É louca de pedra por parte de pai e mãe" - Ana Paula

" Non-sense total" - Rafael

" Ela vai comprar Victoria Secrets e Guess mais barato que eu?!" - Paulão (what?!?! O.o).

"Agora que ficou internacional vai ficar díficil de aguentar, ela vai me corrigir no inglês também?" (vc ainda tem dúvida?) - Fábio R.


Vamos ver como é que ela vai voltar dessa MEGA expêriencia.




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