Blogando a vida de Au Pair

E a vida continua uma caixinha de surpresas.

Over.

Está chegando ao fim as minhas postagens de bordo.

Está na hora de encerrar, né. Não por falta de tempo ou preguiça, e sim por ciclos. Alguns ciclos precisam fechar para dar abertura aos outros.

Continuo na Bélgica, e posso dizer que tenho um número de viagens considerável, mas com algumas frustrações. Uma delas é o fato de que ir para a Grécia nessa época está complicado por causa dos protestos.

Depois de Paris, passei uma semana em Madri, depois passei um mês em Chamonix ao pé do Mont-Blanc.
Brugge e Amsterdam foram os meus lugares favoritos, muitas fotos, muita paisagem linda.
Liverpool e Manchester estavam chuvosas, mesmo assim a atmosfera era agradável.
Por incrível que pareça, a sessão de micos que sempre acontecia comigo nos EUA não tem ocorrido. Vamos combinar que não fica bem uma senhora de 29 anos.

Muitas outras viagens programadas, claro, não vou explorar todos os lugares da Europa. Vou deixar um pouco para a Lua de Mel.

Algumas fotos. Câmbio e desligo.











Para quem conhece o título, isso soa familiar. Para quem não conhece, Google!

Não poderia ter um melhor começo. Paris!
Terra das pessoas elegantes, peças de roupas colocadas aleatórias para quem vai trabalhar pela manhã ou somente sair para dar uma volta. Se o mundo da moda é ditado por aqui, eu devo te dar um conselho: Enfia qualquer pano no corpo, coloca uma scarf bacana,  um sapato estranho, cabelo amarrado tipo coque mal feito, um óculos "Harry Porter" e um cigarro de dois metros na mão que você está "fashionmente" aceita para andar em qualquer rua do mundo.
É assim que as pessoas se vestem por aqui.

Amei, mas não moraria em Paris. Aqui, o perfume e o cigarro se misturam em uma combinação bombástica.
De cada 15 pessoas que se encontra em uma viela, 14 fumam, e o outro restante é uma criança.
Morando nos US durante dois anos foi o suficiente para desacostumar com a cultura latina de que os homens olham e mexem com a moça, chegando aqui, o maior susto foi saber de que homens aqui mexem com a moça e vão atrás para conversar. Eu conversaria durante horas com pessoas aqui, mas isso não foi possível devido à saúde bucal de alguns indivíduos. Devido a quantidade de fumo, os dentes chegam a ser marrons, o hálito horroroso e você só tem vontade de correr daqui.

Dois dias em Paris foi o suficiente para ter essa conclusão.
Estive hospedada bem no gueto, e ontem eu tive a brilhante ideia de sair para comer as 23h...Conhece o "The Flash"?  Corri mais rápido que ele quando um grupo de prostitutas veio correndo atrás de mim pensando que eu também fosse uma prostituta querendo roubar os clientes delas. Isso aconteceu porque quando eu passei, os rapazes que estavam conversando para acertar o babado, pararam de falar com ela e vieram atrás de mim, pensando que eu fosse uma também ( antes que fosse pense o errado, eu devo dizer que estava vestida com uma roupa decente, o que significa que as prostitutas daqui se vestem MUITO bem, na maior estica.), falei que eu não era uma delas, mas as mocinhas não entenderam, só pararam de correr atrás quando eles gritaram "il est un touriste" ( ela é turista).

Primeiro pensamento que eu tive foi que Paris é igual São Paulo, gente zuada com cara de corintiano maloqueiro, gente porquinha que joga lixo e bituca de cigarro no chão e metro super lotado. Tem muito churrasquinho grego por aqui. O suvaco de algumas mulheres é só pêlo, e nem fiquei grilada de andar com as pernas sem depilar por aqui.

Tirei foto em todos os lugares possíveis, mas não deu para fazer tudo, volto depois para visitar o Museu de Rodin e etc.

Tá na hora de pegar o avião para Chamonix, que é perto da Itália, vou ver se consigo dar um pulinho para comer um macarrão da mama.





Foram dois anos e dois meses nos US vividos com muito prazer e alegria.
Se você um dia me perguntar se ter sido au pair foi bom, eu te responderei que é inexplicável, mas que foi experiência e tanto, ah, isso foi. E se você perguntar se eu aconselharia alguém a fazer isso, eu responderia que, se fosse possível, eu daria uma passagem para cada pessoa que me dissesse que quer fazer um intercâmbio. Se uma palavra pudesse chegar perto de ser uma explicação, essa palavra seria: Surreal!
Foram os dois anos e poucos mais bem vividos que eu já tive.


Se melhorar...vira festa!

Agora, morando na Bélgica...vamos ver no que vai dar.

Estou mal humorada e irritada. Parece que dormi de conchinha com o capeta, acordei bandida, bufando igual um touro louco para rasgar o estômago do toureiro.

Para me acalmar, decidi dar uma volta pela pracinha e topei com uma amiga brasileira:

Ela: E aí, Joyce! Como foi o seu weekend?
Eu: Normal!
Ela: Normal?! ( em inglês) 
Eu: Sim, normal, sem nada especial.
Ela: Meu WEEKEND foi AWESOME, eu fui para a CITY e estava díficil achar um SPOT para PARKEAR o carro. Mas depois fomos para um brunch and AN HOUR LATER eu voltei para a MARINA (em inglês), o lugar estava SO CROWDED, mas estava bom.
Eu: olhando com cara de "Vei, na boa.....Escolhe um idioma para falar" - Ah, Legal, tchau, tenho que ir.
Ela: Mas você mal chegou.
Eu: Pois é, é muita informação que meu cérebro não vai processar.

Isso me deixou num nervo tão grande, mas tão grande que eu tive que voltar para a casa para me isolar do mundo por algumas horas.

Mano, posso te falar uma coisa? Se você mal sabe falar o seu idioma e fica dando uma de zé frescurinha, você merece ser estuprado.

Uma das primeiras coisas que eu notei quando eu cheguei aqui no US foi isso, e já de primeira achei isso muito antipático e eu prometi para mim, que eu nunca ia fazer isso. 
Sempre consegui conviver com as pessoas que fazem isso, acho feio, fico na minha, mas hoje isso me irritou profundamente e eu não consegui me controlar.

Um desconto se por algumas vezes  falar assim escapa de você. O cérebro te prega umas peças e vai confundir de vez em quando e nem se percebe. Agora, falar desse jeito usando mais palavras em inglês e misturando com algumas palavras em português, "aportuguesando" o inglês e falando assim com uma pessoa da mesma nacionalidade que a sua? É ser brega e decadente. Eu vou te ignorar e para mim você vai ser um "FOREVER ALONE" 

E quando estou com as minhas crianças e paro para conversar com uma conhecida brasileira no shopping?
A pessoa conversa comigo e quando vai conversar com a minha criança ela conversa em INGLÊS.
A criança olha para ela com cara de " vei, pára de me envergonhar" e responde em português.. e a pessoa INSISTE na conversação em inglês. 
O pior disso tudo é que quando saimos, sempre tem amigos que só falam inglês, e, como manda a boa educação, só se pode conversar em inglês, mas não, ao invés de colocar todo o maravilhoso inglês que ela tem gastado fazendo porquice, a pessoa resolve só conversar em português com os amigos brasileiros, deixando as outras pessoas fora da conversa. 
Você entende isso? Nem eu.



Ano 2


"...nada se perde, nada se cria, tudo se transforma" - Lavoisier -  Em outras palavras: Não se pode criar algo do nada e nem transformar algo em nada. Nunca se cria e nem se elimina a matéria, mas é apenas possível transformar de uma forma a outra.
Chamam isso de A Lei da Conservação das Massas, mais conhecida como a Lei de Lavoisier, que também pode se chamar de lei da vida, ou como você queira aplicar isso.

Ano 2...

Já se vão dois anos - completos em 03 de maio de 2012.
Parece que foi ontem que eu passei noites e noites em frente ao computador procurando intercâmbio, conversando com pessoas que estavam fora do Brasil, pedindo informações, recebendo prós e contras, outras vezes nem recebendo respostas. O stress era altíssimo e minha mãe "torrando o saco" querendo saber o que tanto eu fazia no computador que eu não deixava ela ver. Não foram meses pesquisando, foram anos até eu tomar a decisão de última hora que ser au pair seria a melhor opção.
Ou isso, ou nada, então optei pelo isso, que era incerto, mas era melhor que nada, e muito melhor do que o quê eu tinha.

Considero a minha escolha pelo isso, um divisor de águas. Se Deus não tivesse colocado isso na minha vida, como eu estaria hoje?
Sabe aquelas escolhas que você faz, e que muda o rumo que a sua vida estava prestes a tomar?
Aquelas coisas de destino, como perder o ônibus e chegar atrasado no trabalho - e você perdeu o ônibus que teve um acidente horrível e todo mundo morreu, ou, você pegou o caminho errado para o seu trabalho, a gasolina acabou no meio da estrada e aí pára um cara mais gato do mundo, te dá uma carona e pega o seu telefone?
E se nada desses imprevistos tivessem acontecido? Se você tivesse pego o ônibus? Será que você morreria junto, ou só pelo fato de você estar lá ninguém morreria? E se você não tivesse errado o caminho para o trabalho? Talvez a gasolina não teria acabado e você chegaria cedo, seria promovido talvez,  ao invés de encontrar o cara mais gato do mundo que te daria uma carona até o trabalho.
É como se existisse duas estradas na sua frente, e só quando você começa a percorrer o caminho é que você começa a pensar "Hmm, e o que teria acontecido comigo se eu tivesse pegado aquela outra estrada?" Me entende? Estou falando de instantes que mudam o rumo da sua vida.
Seja qual for o rumo que minha vida teria tomado escolhendo a outra estrada, eu estou muito feliz de ter     tido a oportunidade de andar por essa estrada que eu peguei.
Uma das melhores coisas que acontecem nesse momento de "Agora dá ou desce" que aparece na vida, são os frutos que serão colhidos durante o percurso. Frutos bons que te alimentam e te enchem de boas expectativas, combustível para continuar na estrada só para ver o quê vem mais à frente. É a sensação de que você é a pessoa mais forte do mundo e que nada vai te parar.

Nesse percurso cada pecinha que é encontrada vai se juntando uma na outra, uma peça imperfeita, a outra perfeita, que mesmo assim, quando se juntam formam uma peça perfeita, uma areiazinha aqui e outra ali que vai preenchendo espaços entre as pedras.
 E você conhece um monte de gente, as interessantes, as nem tão interessantes, as chatas, as legais, e acaba querendo ser um pouquinho de cada uma dessas pessoas...e você passa a ter um pouquinho de cada uma dessas pessoas. 

E nesses dois anos que fui Au Pair, houve, sem dúvidas momentos de NERVOS à flor da pele, o dia que você quer fazer arremesso de criança pela janela, desafio de conviver com pessoas que não são como você e tentar entender as pessoas, assim como as pessoas tentam te entender, certificando aquilo o que eu sempre tive certeza, mas que precisava de carimbo do tabelião: De que a convivência, é mesmo uma merda.

Se eu pudesse, faria tudo de novo, e de novo, e de novo.

Não existe panguazice maior do que viver em um país há mais de um ano e ainda não saber diferenciar molho  Salsa do molho de tomate. É tudo vermelho, mas vermelho por vermelho, melhor o molho picante do que sangue.
O molho Salsa é um molho MEXICANO, mega pimentado, é o molho mais fodão que existe para quem quiser colocar a frase "Pimenta no olho dos outros é refresco". Para quem tem probleminha no toba uma provadinha já vai fazer o coçar o furico. E para quem não tem hemorróidas e quer adquirir algumas unidades, fica a dica.

Macarrão feito, alho picadinho e dourado, vamos colocar o tal "molho de tomate".
Pobre que representa tem que se lambuzar e fazer bonito na cozinha. Economizar para que?
Abre a lata de "molho de tomate" aí, levanta mais um pouquinho e deixa pingar bastante na camisa para acreditarem que você cozinhou. Agora prova a gororoba... enche mais o garfo, isso. Agora abre essa caçapa que você chama de boca e come... Segure as lágrimas, o cachorro está olhando, não deixe ele perceber que você colocou o molho errado no seu macarrão, continue comendo como se nada estivesse acontecendo. Tá, agora finge que vai dar um pouco para o cachorro e deixa ele passar vontade.
Língua? Já deixei de ter uma nesse dia. 
Fiz questão de comer tudo. Quando uma pessoa é toda trabalhada no borogodó da finura não há comida mais quente ou ruim que faça uma pessoa PHYNA jogar tudo para fora da boca. "Spraiti" existe para anular o gosto ruim da comida, besta.
É assim que se consegue comer CINCO Carolinas de Atum em uma certa festa. Elegância também precisa de  demonstrações de coragem... Coragem para ir a festa em que o chefe mais fresco escolhe o menu. Próxima vez vou forrar o estômago antes.
Ai, esse cigano Igor não dava uma dentro ( piadinha que só cinco pessoas entendem)

Atualizando a coisa...
Continuo besta e bicho marmota, minhas medidas reduziram e a exigência continua.
Bom, esse post comecei em 26/06/11 e não postei...
Agora vamos aos fatos ocorridos:
Tirei férias de dois meses sem os quinteto, família foi para a Europa e eu fiquei no vidão de aupair de férias.
Em um dia eu fazia nada, e no outro coisa nenhuma. 
Fui para a balada de Segunda até Domingo durante quase dois meses e decidi me aposentar. Não fica bem uma senhora de vinte e oito anos circulando nos bares de mini saia e salto alto...Tudo bem que eu não parecia uma senhora, menos ainda uma puta. A coisa mais amigável que eu ouvi de um grupo que estava próximo foi: Nossa, olha aquele travecão, parece a Vera-Verão.
Acho que não preciso dizer que esse era um grupo de goiano calça atouxada no rabo que disse isso. Enfim, melhor ser comparada com traveco do que ser chamada de goiano catador de tomate e cantor sertanejo nas horas livres.
- Depois disso eu decidi tirar férias. Fui para a casa da Buba, minha amiga Sérvia que se mudou para Filadélfia...Teria sido uma tudo lindo se a tal da "fela da puta" da Irene ( furacão), não tivesse tirado férias comigo por aquela área...Melou meu passeio por NY, e fiquei trancada em um porão jogando pingue-pongue com uma Sérvia de 1.80... Quis dizer, tenho a marca dos pingues e pongues  por todo o meu corpo até hoje.

- Bom, amigos novos chegaram, os velhos se foram. Me meti em confusão por causa das Sul Africanas, pois uma delas decidiu beber demais, portar identidade falsa e dar vexame na frente do clube..Acho que foi nesse dia que eu deixei minha breve carreira de baladeira.
Deu uma tal moda de host family só querer aupair brasileira por aqui e por todo o canto que ando eu escuto um bendito falando português, até mais que antes.

- Conheci o Josh, namorei o Josh, e terminei com o Josh....por sms, mas graças a Deus meus amigos seguraram a minha barra e não me deixaram ficar deprê.
- Conheci o Davey, virei amiga do Davey, e eu ainda não sei quem é mais enrolado, se eu ou ele, carinhosamente chamado de Lerdinho pelas minhas amigas. Esse aí é só para as próximas duzentas vidas, não nessa.
- Tive Halloween? Não esse ano, resolvi ficar quietinha no meu cantinho. Na verdade minha cara de bruxa era muito real, e o cagaço de ir para a fogueira me fez sossegar dentro da casa.
- Emagreci e estou mais gostosa que uma barrinha de chocolate.
-Teve terremoto, forte, podemos considerar assim. E eu, dormindo como sempre, nem senti. Chupei dedo!
-Tá, decidi aceitar que meu inglês tá bom, depois de muito dizer para mim mesma que meu inglês ainda estava ruim. O fato só aconteceu depois que eu estava conversando com um grupo de pessoas e eu disse que eu era brasileira e eles responderam: Kidding??? You are not brazilian! Your English has no accent 
( Zuando? Você não é brasileira. Seu inglês não tem sotaque.)...É mais de vez em quando o inglês falha.
Muitas outras coisas aconteceram, mas é claro, não vou falar tudo que acontece comigo.

Tenho muitas novidades para contar, mas claro, isso só vou contando conforme as coisas acontecerem.
Faltam poucos meses para eu me despedir de San Francisco. Confesso que eu não consigo me ver morando  em nenhum outro lugar do mundo que não seja essa cidade.
Sabe a sensação de encontro? É assim que me sinto. Sinto que nasci para viver nessa cidade, embora os costumes mundanos dessa cidade vão contra todos os meus valores e contra o que eu acredito.
Você mora em uma cidade que ninguém é muito aberto, com mil motivos para se sentir solitária e ter nostalgias. Ficar com gripe e não ter ninguém para te ajudar, ter amigos que vem, outros que vão e que provavelmente nunca mais verá, às vezes não ter quem lembre do seu aniversário ( só os pais, parentes do Brasil). Tenho todos esses motivos para poder sair correndo ou chorar no ouvido da minha mãe no telefone todos os dias, mas não, me sinto totalmente feliz nesse lugar que Deus me enviou para morar esses dois anos... sinto como se isso fosse o quintal de casa...Um quintal que eu não consigo achar uma porra de uma vaga para estacionar o carro, mas é meu quintal.

Hoje é só! Os erros de português e a não concordância estão gritando nesse post...e daí, nem ligo.

Ôpa!

Ôpa! Parece que esse blog continua sendo meu.

Sete meses sem escrever, é isso? Andei um tanto ocupada durante esse tempo, resolvi ir alí um pouquinho para me divertir e esqueci de voltar.

Farei um balanço desses últimos meses e volto para contar essa semana.


Joyce

About me (por Tom)

Joyce Galindo é uma semi-balzaquiana ( não existe SEMI neste caso), melhor dizer que sou uma velha de e tenho 28 anos, carioca com sotaque paulista( meu). Exigente por defeito genético, tentou passar na fila da exigência mas vezes, como não deixaram, ela foi buscar os seus direitos no atendimento ao consumidor. Chata pra cacete e detesta quando as pessoas usam o "Mim" antes do verbo, tendo até mesmo coragem de corrigir quem quer que seja em qualquer situação ( não é bem assim), deixo de lado os comentários que ela faz quando alguém "está tendo que usar o gerúndio". Já fez campanhas na empresa para o " Bom uso e emprego da palavra Literalmente", literalmente falando é díficil de aguentar (ops, empreguei a palavra errada, foi?).

É Formada em Marketing, decidiu ser aupair. O motivo? Segundo o que ela diz " Experiência Internacional, além de ser um MEGA up na carreira, é chique" - Mentira dela, na verdade ela sabe que os "mano pira nas mina poliglota"

E para muitos e principalmente para mim os motivos são:

" Essa daí? É louca de pedra por parte de pai e mãe" - Ana Paula

" Non-sense total" - Rafael

" Ela vai comprar Victoria Secrets e Guess mais barato que eu?!" - Paulão (what?!?! O.o).

"Agora que ficou internacional vai ficar díficil de aguentar, ela vai me corrigir no inglês também?" (vc ainda tem dúvida?) - Fábio R.


Vamos ver como é que ela vai voltar dessa MEGA expêriencia.




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